Nos últimos dias, algumas pessoas tentaram transformar uma mudança na minha defesa jurídica em espetáculo, debochando, criando montagem, falando em “naufrágio” e tentando passar a ideia de que eu fui abandonada.
Então eu venho aqui, de forma clara, com respeito ao povo que me acompanha e com a coragem de sempre, dizer a verdade.
Eu não fui abandonada.
O que houve foi uma escolha minha, consciente e necessária, de não renovar a antiga frente jurídica e buscar uma nova defesa, mais ampla, mais combativa, mais técnica e preparada para o tamanho da perseguição política e judicial que se formou contra mim.
Quem acompanha minha caminhada sabe que, de um tempo para cá, depois que meu nome começou a aparecer no cenário político como pré-candidata a deputada estadual, uma série de pessoas públicas e outros interessados passaram a se unir para me atacar de forma coordenada.
Não é só um processo.
Não é só uma crítica.
Não é só uma matéria.
É uma tentativa constante de me desgastar, me diminuir perante os eleitores, me intimidar e me sufocar politicamente.
Mas eu quero que todos saibam: eu não estou em nenhum naufrágio.
Pelo contrário.
Estou de pé, mais consciente, mais preparada e agora com uma nova frente jurídica para enfrentar tudo isso da forma correta, com técnica, coragem e responsabilidade.
Inclusive, minha nova defesa especializada já iniciou atuação no processo nº 7015676-88.2025.8.22.0005, movido pelo atual prefeito da cidade, levando ao conhecimento do Juízo novas evidências importantes para minha defesa. E assim será feito em todos os processos necessários, um por um, com seriedade, organização e firmeza.
Também é importante esclarecer que a narrativa de “39 processos abandonados” está sendo usada de forma distorcida. Alguns desses processos mencionados sequer tinham a mesma situação formal de habilitação nos autos, e tudo isso será devidamente analisado e regularizado pela nova defesa, dentro da lei e com absoluto respeito ao Poder Judiciário.
O fato real é outro: estou sendo processada constantemente porque incomodo.
Incomodo porque falo.
Incomodo porque mostro.
Incomodo porque cobro.
Incomodo porque não aceitei virar plateia do sofrimento do povo de Ji-Paraná.
Todos os dias recebo mensagens de pessoas trabalhadoras relatando abandono, falta de atendimento, problemas no hospital, dificuldades nos postinhos de saúde, buracos nas ruas, descaso, promessas não cumpridas e uma cidade que merece muito mais do que discurso bonito e foto oficial.
E eu não vou fingir que não vejo.
Eu não vou me calar.
Não vou deixar que processos, montagens, ataques ou deboches me façam desistir do povo simples, trabalhador e sofrido de Ji-Paraná.
A minha voz, junto com outras vozes corajosas, como Isaú, Negão e Elizeu, pode até incomodar muita gente poderosa. Somos poucos, mas somos valentes. E enquanto houver gente precisando ser ouvida, eu vou continuar falando.
Quero deixar claro: respeito o Judiciário, respeito os processos e vou me defender dentro da lei. Mas também não aceitarei que o direito de ação seja usado como instrumento político para tentar destruir minha imagem, minha pré-candidatura e minha relação com o povo.
Aos que torcem pelo meu silêncio, saibam: vocês se enganaram.
Aos que tentam transformar minha defesa em piada, saibam: agora existe uma nova frente jurídica, técnica, firme e preparada para levar essa discussão a todas as instâncias necessárias.
E ao povo que me acompanha, que me manda mensagem, que me apoia e que sabe da verdade, eu digo de coração:
eu não estou afundando. Eu estou me levantando ainda mais forte.
E quem luta pelo povo não abandona o barco.
Segue o trabalho.
Segue a coragem.
Segue a verdade.
Simone

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